Até 30-09-2020

Património da Humanidade nas notas de escudo

entrada livre

O dinheiro é património económico, artístico e cultural, com a capacidade de evocar outros tempos e lugares. Visite-nos e (re)descubra nas notas de escudo o claustro do Mosteiro da Batalha, o Templo Romano em Évora ou o Palácio Nacional de Sintra, entre outros.

Envolvendo mais de 50 países, as Jornadas Europeias do Património são uma iniciativa anual do Conselho da Europa e da União Europeia, que procura sensibilizar para a importância da salvaguarda do Património. 
Um dos principais objetivos é promover o acesso aos monumentos e sítios, convidando à participação ativa na descoberta do património cultural.
As Jornadas Europeias do Património representam uma celebração da identidade cultural, da memória coletiva, do património comum e diversificado e dos vestígios culturais do passado.

O Museu do Dinheiro alia-se, mais uma vez, a esta iniciativa. Este ano homenageamos o património edificado português através da descoberta da nossa coleção de antigas notas de escudo. 
O dinheiro é património económico, artístico e cultural, com a capacidade de evocar outros tempos e lugares. Sabia que várias notas antigas de escudo contêm representações de diferentes edifícios históricos portugueses classificados como Património da Humanidade? A partir de algumas notas expostas no núcleo NARRAR do Museu do Dinheiro evocamos esse património.
Visite-nos e (re)descubra nas notas de escudo o claustro do Mosteiro da Batalha, o Templo Romano em Évora ou o Palácio Nacional de Sintra, entre outros.

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Informações

Património da Humanidade nas notas de escudo - Jornadas Europeias do Património
Evento internacional que ocorre nos dias 25, 26 e 27 de setembro.

Estamos aberto de quarta a domingo, das 10h às 18h.

Saiba mais aqui.

Para mais informação contactar info@museudodinheiro.pt ou +351 213 213 240

Claustro do Mosteiro da Batalha
Pormenor da nota de 100 escudos, chapa 6, emitida em 1947 pelo Banco de Portugal.

Na nota de 100 escudos, emitida em 1947 pelo Banco de Portugal, e que se encontra exposta no Museu do Dinheiro, podemos observar no seu reverso a representação do claustro do Mosteiro da Batalha. Este monumento, também designado Mosteiro de Santa Maria da Vitória, é uma bela e grandiosa obra da arquitetura portuguesa e europeia.

Este conjunto arquitetónico, situado no centro da vila da Batalha, e que integra desde 1983 a Lista do Património da Humanidade, resulta do cumprimento de uma promessa feita pelo rei D. João I, em agradecimento pela vitória em Aljubarrota, batalha travada em 14 de agosto de 1385, que lhe assegurou o trono e garantiu a independência de Portugal.

Saiba mais em: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/museus-e-monumentos/dgpc/m/mosteiro-da-batalha/

 

Templo Romano de Évora
Pormenor da nota de 100 escudos, chapa 4, emitida em 1928 pelo Banco de Portugal.

Esta nota de 100 escudos, emitida em 1928 pelo Banco de Portugal, e exposta no Museu do Dinheiro, exibe uma representação do Templo Romano, em Évora.

Considerado um dos mais bem preservados templos romanos de toda a Península Ibérica, o Templo Romano em Évora é, desde 1986, Património Mundial pela UNESCO. De estilo coríntio, o templo romano foi construído no início do século I d.C., na época de Augusto, e fica situado no centro histórico da cidade.

Saiba mais em: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70489 

Palácio Nacional de Sintra
Pormenor da nota de 1000 escudos, chapa 5, emitida em 1932 pelo Banco de Portugal.

Nesta nota de 1000 escudos, emitida em 1932 pelo Banco de Portugal, e que se encontra exposta no Museu do Dinheiro, podemos observar uma vista panorâmica do Palácio Nacional de Sintra.

Situado no centro histórico da vila de Sintra é, desde 1995, classificado como Património Mundial pela UNESCO, com a designação “Paisagem Cultural de Sintra”. O Palácio reflete vários estilos arquitetónicos – gótico, mudéjar e manuelino, resultado de campanhas de obras sucessivas de D. Dinis, D. João I e D. Manuel I – e foi utilizado na Idade Média como refúgio da corte durante os meses de verão e para a prática da caça.

Saiba mais em: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/museus-e-monumentos/rede-portuguesa/m/palacio-nacional-de-sintra/

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