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A voz da morte no século XIX

entrada livre

A propósito do tema que reúne várias iniciativas nesta temporada – o tempo e a morte – o museu convida ao debate sobre conteúdos centrais da exposição e sobre as recentes descobertas provenientes da necrópole de S. Julião. 

Século XIX: unidade de tempo que serve de charneira para o arco que desenhamos em torno da história das vidas e das mortes de indivíduos, em Lisboa. A propósito do tema que reúne várias iniciativas nesta temporada – o tempo e a morte – o museu convida ao debate sobre conteúdos centrais da exposição e sobre as recentes descobertas provenientes da necrópole de S. Julião. 
As crenças espirituais, as vivências na cidade de Lisboa, a demografia e as diferentes realidades sociais, a saúde pública e as grandes epidemias, o valor científico e os contributos da arqueologia e da antropologia física para o conhecimento do passado e do presente são elementos que nos permitem compreender os impactos que decorrem da transição dos rituais fúnebres e dos locais de sepultura (da igreja para o cemitério) nas ideologias espiritual, social e cívica da época.

Oradores | Artur Rocha, Fátima Almeida, Teresa Rodrigues e João Neto

Informações

Seminário e Debate - Tempus Fugit: Vida, morte e memória na igreja de São Julião
Sábado, 18 de novembro às 15h30 (120 min.)

Para adultos e jovens (> 14 anos)
Marcação prévia

 

Reservas de terça a sexta das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00, para info@museudodinheiro.pt ou +351 213 213 240

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