10 nov. - 27 jan.

Tempus Fugit: Vida, morte e memória na igreja de São Julião

entrada livre

A história deste lugar, a antiga Igreja de S. Julião, é evocada pelos testemunhos da necrópole que hoje dá lugar ao museu. Procuramos saber quem são estes indivíduos? Como viveram? Como morreram? O que levaram na sua última viagem? 

A história deste lugar, a antiga Igreja de S. Julião, é evocada pelos testemunhos dos seus antecessores próximos, a população da primeira metade do século XIX, sepultada na necrópole que hoje dá lugar ao museu. Procuramos saber quem são estes indivíduos? Como viveram? Como morreram? O que levaram na sua última viagem? 
A exposição acrescenta um capítulo ao já longo percurso do edifício: o da génese enquanto espaço sagrado. Nos três núcleos expositivos apresentam-se evidências antropológicas e arqueológicas resultantes das inumações da necrópole, individuais e coletivas, deposições materiais, documentação, fotografias e peças de distintos acervos que sustentam questões levantadas durante a investigação e indagações próprias de uma escavação com escala, no campo da arqueologia funerária, em Lisboa, no século XXI. 
Quisemos expor o contributo científico dos testemunhos da morte para o conhecimento sobre as condições de vida e, nessa perspetiva, mostrar as consequências do tempo e das transformações gravadas na matéria física, ou no que dela resiste. 

 

 

Informações

Tempus Fugit: Vida, morte e memória na igreja de São Julião
De 10 de novembro a 27 de janeiro, de 2018 de quarta a sábado das 10h00 às 18h00

Mais informações: info@museudodinheiro.pt

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